País
Energia. Portugal lança concurso para autonomia de hospitais em caso de apagão
Portugal já recebeu o "ok" da Comissão Europeia e vai lançar até abril o primeiro concurso para a chamada "resiliência de infraestruturas críticas": hospitais, aeroportos ou edifícios ligados às telecomunicações. O objetivo é preparar serviços essenciais para continuarem a funcionar mesmo em situações de emergência, como falhas graves no fornecimento de energia.
O concurso vai ser financiado com dinheiro europeu, no âmbito do Programa Sustentável 2030 e conta, no total, com um envelope de 25 milhões de euros. Ainda não está definido quanto poderá receber cada instituição, mas o apoio destina-se a projetos que aumentem a autonomia energética e a capacidade de resposta destas infraestruturas.
As candidaturas abrangem "entidades do Estado, IPSS ou privados, mas que têm de ter uma função pública importante para o país", explica a ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, à Antena 1. "Para ter acesso à eletricidade, a maneira mais consistente e eficiente é ter, por exemplo, painéis fotovoltaicos com baterias que possam armazenar essa eletricidade".
Portugal pediu autorização à Comissão Europeia no final do ano passado para lançar este processo de candidaturas, tendo em conta o apagão que afetou o país em abril de 2025. A abertura do concurso é vista pelo Governo como um dos primeiros passos para colocar no terreno a estratégia nacional de proteção e resiliência de infraestruturas críticas.
A lista das infraestruturas consideradas críticas está definida num diploma legal e inclui setores como a saúde, a energia, os transportes, as telecomunicações e a água.
As candidaturas abrangem "entidades do Estado, IPSS ou privados, mas que têm de ter uma função pública importante para o país", explica a ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, à Antena 1. "Para ter acesso à eletricidade, a maneira mais consistente e eficiente é ter, por exemplo, painéis fotovoltaicos com baterias que possam armazenar essa eletricidade".
Portugal pediu autorização à Comissão Europeia no final do ano passado para lançar este processo de candidaturas, tendo em conta o apagão que afetou o país em abril de 2025. A abertura do concurso é vista pelo Governo como um dos primeiros passos para colocar no terreno a estratégia nacional de proteção e resiliência de infraestruturas críticas.
A lista das infraestruturas consideradas críticas está definida num diploma legal e inclui setores como a saúde, a energia, os transportes, as telecomunicações e a água.